sábado, 8 de agosto de 2009

Há muito que já não passava nas redondezas dos sentimentos apalavrados, na verbalização da emoção sensorial que nos passa na mente quando determinadas coisas são lidas, ditas, ouvidas...

À face dos lábios, as palavras morrem com um sentimento que ao olhar não atinge. Sentes completo o grito fervente das frases ocas e cai em fundo todas as apaixonadas frases loucas!

Ao abrigo da voz de outrem, palavras ditas com sentido, livres, volto a escrever sem pressuposto, para que de mais encontros criativos dos sentimentos que vos dançam por entre dedos, abarcarmos neste hora costumeira!

Até já!

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