quinta-feira, 26 de março de 2009

E agora que faremos?
Dizem, abatidos, os monstros de uma cabeça minada, entontecida, bloqueada. Sem medo de medo ter, os monstros abatem todas as raízes criadas da sanidade humana, gritam palavras desentendidas que se fazem crer certas aos olhos podres da insanidade. Arduamente criticam atitudes, mascaram sentimentos, atormentam necessidades, prioridades, continuando o progresso por caminhos planos, lisos.
A mente, essa, tem medo. Medo de matar os monstros que esconde, medo de criar curvas no caminho, socalcos, medo de desbloquear barreiras, saltar muros, crescer...
Continua o ser humano a viver com a insignificância do medo criada por pressupostos obrigatórios, cépticos, dogmáticos. Corrompe-se um viver de liberdade através da liberdade de se ser livre, sem se saber lidar com isso.

Há que nos erguer, há que fazer justiça.
Matem os monstros que assolam a vossa mente, mostrem quem é capaz, mostrem que são eles que necessitam de ter medo e de se esconder, para que todos nós nos possamos mostrar aptos a viver num mundo global de energia renovada.
Não tenham medo, por favor, de mostrar a este mundo que a mudança é parte integrante e que a transformação é uma lei da Natureza.
Vamos aplicar o que de melhor temos, a nossa inteligência!