quinta-feira, 11 de março de 2010

Amar

Se prescindisse do teu corpo,
Pele,
Sensação límpida de dois amantes,
Precisão tímida da mente humana!
Se de corpos falasses tu...

Quisera que abraços se confundissem
Beijos se confrontassem,
Carícias perdidas!...

Se do meu nome escrevesses AMAR,
Pedras rubras fugídas da falésia,
Onde o mar se escapa...

E se do nada
Sentimentos vagos
Se fizesse o meu querer
Veemente ideia
E nele o teu nome deixasse escrito,
Entre páginas sem fim
Brancas,
Pois no canto do meu sorriso
Lágrimas!...

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