Nos braços da poesia descanso.
Em breve a vicissitude dos enlaces persegue
Na ínfima parte rodeada do meu pensar.
Deixo-me ficar nos encalços da mente límpida
Nos tremendos laços da frescura presente.
Naquilo que esqueci em momentos
Onde, frígida, a alma retorna
E onde em pedaços de mim me desmembrei
Leve no cair do esquecimento.
Deixo-me ficar, mais uma vez
Para não adormecer, nos braços da poesia
Nos beijos doces da ponta dos dedos
Grafismos que não reconheço.
Na sensação breve que me detém
As palavras repetem-se
Não esquecendo nunca a sua eterna novidade!
E assim a Lua não pesa,
No escuro que me acompanha...
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