Chamas!
Plasma quente que circula,
Estagnado no momento...
Forcas apertam o seio numa tosca liberdade.
A pomba branca,
Suja do tempo passar,
Voa perto, sem asas...
As pernas curtas caminham tortas,
As pedras do caminho enormes, bicudas...
Abraços que não se sentem
Em corpos inertes.
Sozinho, o homem do chapéu continua.
A passos largos encontra o rio que o leva ao mar sem paixão,
Que traz de volta a realidade obscura.
O som dos tambores, longe...
Gritos da gente que se deixa ficar, sofredora.
As luzes acesas sem iluminar, negras...
A cidade está fria,
A neve não cai...
A luz termina,
Mas o vento sopra!
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