quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

O Cerne

E que sentes tu?
Prazer imenso de neves brancas?
Não...
Muito leve...
Sol raiado de quente esperança?
Não...
Muito breve...
Passos longíquos de futuros alcançados?
Não...
Muito distante...
Músicas encantadas de coração sadio?
Não...
Muito gritante...
E que sentes tu?
Aquilo que não sinto eu...
Vagueante moribundo no nada...

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